Frase de boas vindas

Os sonhos devem ser ditos para começarem a se realizarem.
E como todo projeto, precisam de uma estratégia para serem alcançados.
O adiantamento destes sonhos desaparecerá com o primeiro movimento.
Paulo Freire



sábado, 19 de setembro de 2009

DESVIOS DE CONDUTA DE UMA JUVENTUDE NA LIBERTINAGEM DO VÍCIO

Atualmente em nossa sociedade, estamos vivendo uma desgraça, mais precisamente os nossos jovens que não estão sabendo diferenciar o que é liberdade de libertinagem, pois confusos nas palavras e atitudes, acabam caindo num mundo obscuro de estranhos vícios achando que tudo o que fazem é natural e faz parte da liberdade que cada um tem direito.
Com esse pensamento torto de agir, se destroem em atos considerados rebeldes, em pessoas devassas, consumidores de todos os tipos de drogas, esquecendo que o ser-humano não é uma máquina, fazendo da noite uma diversão, sendo verdadeiros zumbis ambulantes, delinqüentes da situação, atrás de um motivo para continuarem na rua da solidão.
Com esse tipo de atitude se declaram auto-independentes, dizendo para si mesmos: eu posso, eu faço, achando que a vida se resume naquele momento pequeno e estúpido, medíocre e covarde-digo covarde, pois não encontram forças para reagir, fugir se for preciso para não cair na armadilha da vida, esquecendo assim do resto-digo do resto, porque é assim que consideram a família, os amigos verdadeiros e todos os ideais que um jovem era para ter.
Dominados pelo mal, fazem do buraco onde estão, as suas casas, o seu modo de vida, lugar onde se consideram fortes, sendo simplesmente verdadeiros fracos de espírito, idiotas da ignorância que precisam de ajuda , e quando acordarem, ou melhor saírem da viagem que embarcaram, virão correndo pedir socorro.
Uma ajuda que esperam ter!, mas pode ser que não exista mais, pois o cansaço de quem espera se manifestará numa desistência da vida, pois sabe lá se agüentaram assistir aquele que foi gerado com tanto amor e carinho, ser um escravo deste mal, desta doença que destrói um a um de nossos jovens sem escolher rico ou pobre, raça ou crédulo, sem fazer escolha alguma, apenas se apossando e destruindo crianças, jovens, adultos, famílias e quando nos dermos conta, de uma sociedade inteira.



Moisés Laurindo

15/06/2002

O BURACO BRANCO NO TEMPO

O BURACO BRANCO NO TEMPO
(Autor: Peter Russel)

As idéias deste documentário inquietante vão além de muitas compreensões padronizadas que temos a respeito da vida. Elas nos fazem pensar sobre o tempo de uma forma diferente e nos faz exercitar uma nova maneira de nos percebermos, enquanto espécie, dentro do contexto da evolução e do cosmos.
O físico Peter Russel, numa linguagem acessível, mostra porque a atual crise da humanidade é, na verdade, apenas uma crise de percepção, e chama a atenção para o ritmo vertiginoso da atual evolução tecnológica. Podemos, neste momento, estar à beira de um decisivo salto de compreensão a respeito do tempo e de nós mesmos.
Peter Russel trata, com sensibilidade, das inquietações comuns à humanidade - nossas esperanças, medos, fracassos, alegrias - e do nosso potencial para a paz mundial e a felicidade pessoal através da compreensão de nós mesmos.
O Buraco Branco no Tempo é um documentário maravilhoso, uma extraordinária e abrangente pesquisa do Cosmos, enfatizando seu significado para a espécie humana agora, no ponto mais crítico da evolução, no qual questões profundas sobre a evolução humana são apresentadas e nos convida a uma reflexão a respeito da nossa origem, trajetória, presente e futuro. Mostra de uma forma simples porque o homem gasta mais dinheiro com armas do que pra se autopreservar.
Repassa toda evolução e revolução biológica e tecnológica para chegar num ponto fundamental, a revolução da consciência, o mergulho nas questões internas, no final deixa uma colocação intrigante para cada um de nós.
Qual será o nosso futuro?
Será que a humanidade dará esse salto consciência?


Conclusão: Sim, é possível darmos esse salto, mas precisa partir de cada um de nós!
Sabemos que o poder, o dinheiro tornou o ser humano num ser descartável!
Precisamos acabar com as desigualdades sociais!
Buscar e alcançar a paz mundial!


Observação: Trabalho - análise do documentário: O buraco branco no tempo (Peter Russel) apresentado na Disciplina: Fundamento Filosóficos com a Prof Marilene R. Lapolli no Curso de Educação Física (Unisul-Universidade do Sul de Santa Catarina), apresentado no dia 18/05/2004.

VERDADE E INTERSUBJETIVIDADE

Verdade - a fenomenologia interpreta como desocultamento, como “aletheia”, significando “mostração” do que é essencial ao fenômeno.

Intersubjetividade - è a co- participação de sujeitos em experiências vividas em comum e permite-lhes partilhar compreensões, interpretações, comunicações, desvendar discussões.

VERDADE
* O modo como se concebe a realidade levanta questões por parte de críticos e opositores:
A femenologia se sustenta em um psicologismo e sua verdade é subjetiva e relativa.
Pontos que afastam a critica:
* Concepção do fenômeno do que é percebido - perceber o fenômeno - há uma correlação e que a percepção não ocorre no vazio, mas em um estar - com - o - percebido e o que é percebido, nunca é visto sem que seja olhado.
* É o invisível se mostra, torna-se visível.
* Solicita-se um ver e uma consciência atenta que o veja.
* É o ir - às - coisas mesmas, experiências fundante do pensar fenomelógico.
* Necessário ao rigor do pesquisador fenomelógico.
* É o livrar-se de pré conceitos, ou seja, de conceitos prévios que pode expressar .
* As compreenssões e interpretações levam os sujeitos que convivem e que estão atentos, interrogando o fenômeno.
O ir - a - coisa - mesma ou ir à experiência vivida e compartilhada estabelecem uma esfera de intersubjetividade, não permitindo que a verdade, tal como, concebida pela fenomelogia seja são somente psicológica, subjetiva e relativa.


* A Verdade - procura mostrar através de comparação onde está situado o fenômeno, eliminando que julga ser supérfluo, ficando só o que é essencial, básico para o fenômeno.
* Mostra, esclarece o que está oculto julgando o que é necessário, indispensável para o fenômeno.
A verdade é subjetiva, só que cada pessoa tem sua interpretação, ou seja, é objetiva para cada sujeito, só que uma pessoa não pode dizer que a sua verdade é única e absoluta.


Intersubjetividade
* O que é visto não é percebido de maneira isolada.
* Em uma região de fenômenos co - percebidos forma-se um campo de percepção - onde estão presentes o fenômeno posto em foco e outros co - percebidos.
A intersubjetividade é facilitada e dificultada.
Facilitada - A linguagem falada e escrita é composta por palavras e por uma gramática padronizada, modelando as formas de ver ( perceber, compreender , interpretar) e falar ( dizer e agir) de sujeitos que partilham de uma comunidade, uma base comum para esse partilhar .
Dificultada - Porque as palavras, os signos, não dão conta do vivido, há um excedente de sentido, proveniente da experiência do ir - a - coisa - mesma porque as palavras não dizem tudo e não são objetivamente dados, ou seja, não há uma relação biunívoca entre palavra e o seu correlato (experiência vivida), solicitando uma interpretação dos sentidos e dos significados que pode expressar.


Dicionário:
Intersubjetividade - Quando as mesmas pessoas partilham das mesmas experiências, dos mesmos fatos e cada um tem a sua maneira de interpretar essa realidade.
Conceber - Dar origem, gerar.
Correlato - (Correlação) - relação mútua entre as pessoas, fatos ou coisas.
Cogitar (Cogito) - pensar profundamente, refletir.
Subjetivo - que expressa ou manifesta unicamente as idéias ou emoções da própria pessoa - é a maneira que cada um tem de interpretar algo.
Relativo - que tem relação com aquilo de que se trata, avaliado por comparação.
Hermenêutica - interpretação das palavras em seu sentido mais intimo
Subjetivismo - sistema que só admite o lado subjetivo e não o lado real das coisas.
Essencial - necessário, indispensável.
Repelida - rejeitada
Desvelamento - descobrir, revelar
Fecundidade - faculdade reprodutora, criar

TERRA DE UM OLHO, DOIS OLHOS E CEGOS TAMBÉM.

Nosso povo brasileiro! nossa terra Brasil está divido em três tipos:
- na terra dos totalmente cegos! Que também são surdos e mudos! Mas que continuam na luta por uma vida melhor! Que é a grande maioria desse enorme país, a classe dos excluídos : dos pobres; dos analfabetos, dos negros, dos sem oportunidades e muitos outros cegos que existem por aí jogados na rua da amargura, na escuridão dos marginalizados.
- na terra de quem tem um olho! Mas que enxerga muito: dos espertos, dos aproveitadores, dos bajuladores; dos incompetentes que estão em cargos de extrema responsabilidade social, dos corruptos – que podem ser alguns políticos e outros profissionais que se aproveitam da posição que tem para tirar alguma vantagem e muitos outros que poderíamos ficar aqui listando.
- na terra de quem tem dois olhos! Mas que não enxergam nada! Uns por quê não assumem seu verdadeiro papel na sociedade, alguns que tem medo de manifestarem com medo de represálias por parte dos poderosos, e outros que são impedidos de fazerem alguma coisa e tem suas mãos atadas, seus olhos vendados, sua boca amordaçada e seus ouvidos tapados pois são controlados como marionetes só fazendo o que o poder ordena, pois a manifestação pode significar a morte.
Na vida estamos defronte de muitos obstáculos, e a cada momento somos testados, mas temos que sermos perseverantes, desistir jamais, buscar nossos ideais, ir de encontro aos nossos sonhos, só assim seremos eternos vencedores. Nós temos que continuar lutando contra todas essas injustiças, pois somos muito mais fortes do que os monstros de um olho só imaginam, com coragem e determinação os cegos se unirão com os que têm dois olhos e a grande batalha contra o monstro do olho só acontecerá! E sem dúvida a vitória dos homens cegos e do homens de dois olhos será um triunfo para todo o país.
Nossa busca pela felicidade está apenas começando, precisamos lutar, não desistir na primeira queda pois no final seremos recompensados por todos os sacrifícios que estamos fazendo.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
KANITZ, Stefhen. Ponto de vista: Em terra de cego.
Revista VEJA. ed. ABRIL. ano 36. n. 13 edição 1796. abril de2003. pg. 20



RESUMO CRÍTCO DE ARTIGO: EM TERRA DE CEGO
AUTOR: STEFHEN KANIT

APRESENTADO NA DISCIPLINA - PESQUISA E PRÁTICA PEDAGÓGICA II COM A
PROFª MARIA ANA PIRES DE OLIVEIRA NO DIA 25/04/2003

(UNISUL - UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA)

Brincadeira: Amarelinha

- Tema: Brincadeiras

- Objetivos: Resgatar as brincadeiras antigas levando os alunos a valorizar a

cultura de seus
antepassados


- Como trabalhar: Brincadeira -amarelinha


Matemática: números
adição
subtração
divisão
multiplicação


Língua Portuguesa: Relatar o que se passou e o que sentiu ao brincar;
Fazer uma redação;


Geografia: espaço, tempo, limites;

História: Resgatar as brincadeiras;
Construir a história das brincadeiras;


Artes: Trabalhar as cores;
Desenhos geométricos;
Construção de brinquedos;


Educação Física: aplicação das brincadeiras;

Socialização: Levar a criança a ajudar os colegas na construção dos brinquedos e
juntos brincarem;

- Como avaliar: Criatividade
Participação
Trabalho em grupo


Apresentação de atividade no dia 21/06/2003 na Disciplina: Metodologia do Ensino Fundamental III do Curso de Pedagogia na Unisu l- Universidade do Sul de Santa Catarina (Profeessora: Professora Marilda).

TÉCNICA DA APRESENTAÇÃO

Cada aluno escreve três qualidades dele em um papel;
Coloca o papel dentro de um balão;
Todos alunos brincam com os balões e após estouram os mesmos;
Cada aluno pega o papel que está dentro do balão e tenta adivinhar quem é o amiguinho conforme as qualidades e após o aluno ser identificado ele se apresenta para todos, dizendo a profissão, etc.


Aula do Curso de Pedagogia no dia 29/03/2003

Resitência contra as Drogas

Florianópolis, 01-11-2003

PROERD (Programa Educacional de resistência às drogas e à violência), tendo como modelo o D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), desenvolveu-se no Brasil, com o objetivo primordial de atuar na prevenção do uso de drogas por crianças e adolescentes.
Diante do crescente poder de atração das drogas, que ilude e engana nossas crianças, jovens e adultos, as organizações governamentais e não governamentais, relacionados direta ou indiretamente a segurança pública, têm se empenhado, de várias formas, com investimentos altíssimos, a fim de coibir as ações criminosas, neste sentido, as quais, conforme os indicadores, vêm de forma assustadora destruindo nossa sociedade.
Todas estas ações, têm representado efeito, porém, não bastam, face à ousadia e sofisticação do crime organizado, em nível mundial.
Conclui-se desta forma, que os esforços encontram maior eficiência quando se adota uma postura educacional, preventiva, de cunho estratégico.
O Proerd, com sua missão de educar as crianças, no seu habitat, reunindo esforços, ou seja: família, polícia e escola foi o fator preponderante, que motivou em 1983, a criação do D.A.R.E. pelo Distrito Escolar e Departamento de Polícia de Los Angeles - EUA - para, de forma didática e pioneira, atuar na prevenção do uso de drogas pelas crianças e adolescentes.
O Projeto desenvolvido por um grupo composto por psicólogos, psiquiatras, policiais e pedagogos, na sua implantação, obteve sucesso em todos os Estados Norte-Americanos, como posteriormente em mais de 40 países conveniados ao Programa. No Brasil o D.A.R.E chegou em 1992, através da Polícia Militar do Rio de Janeiro, e em 1993 pela Polícia Militar de São Paulo, recebendo o nome em português de Proerd.
Atualmente alguns estados da federação, através de suas polícias militares, adotaram o Proerd, entre eles Santa Catarina, onde chegou no 1º semestre de 1998.

Visite a página Oficial do PROERD em Santa Catarina:
http://www.proerd.com.br/sc/

PROERD

O  PROERD é baseado no programa Norte Americano D.A.R.E. (Drug Abuse Resistance Education), que foi desenvolvido  em Los Angeles, Califórnia, em 1983, e já é aplicado em outros 50 países envolvendo 60 mil policiais.
A Polícia Militar de Santa Catarina desenvolve o Programa desde 1998, e desde então já formou mais de 615 mil crianças em 253 municípios de todo o Estado.
 
Metodologia de Ensino
 
O Curso é ministrado por um Policial Militar fardado com o auxílio do professor(a), uma vez por semana, durante o semestre. É dirigido a crianças da 4ª série do Ensino Fundamental, na faixa etária dos 9 aos 12 anos, idade em que as crianças estão suscetíveis às pressões para experimentarem drogas ou agirem de modo violento.
 
O conteúdo didático e pedagógico do Programa é composto de 10 lições abordando os seguintes temas: segurança pessoal, maneiras de dizer não às ofertas de drogas,  abuso e uso das drogas, auto-estima, influência dos meios de comunicação (propaganda), alternativas para não usar drogas, pressão dos companheiros, conseqüências do uso das drogas lícitas e ilícitas (principalmente o álcool e o cigarro), noções de cidadania, maneiras de se lidar com as tensões do dia-a-dia e formas de evitar a violência.
 
As lições são desenvolvidas em sala de aula, por um Policial Militar com o acompanhamento e auxílio do professor(a)e de forma interdisciplinar, buscando desenvolver na criança capacidades sociais e habilidades que possibilitem a estas se manterem afastadas das substâncias psicoativas e da violência, através de orientações sobre como resolverem conflitos, serem seguros, tomarem decisões por si próprios e resistirem à pressão para experimentarem as drogas. As lições são ministradas por meio de encenações teatrais e trabalhos em grupos para alunos e palestras  para  pais e professores.
 
O PROERD é fundamentado na ação conjunta entre a organização Policial Militar local, Escola  e Comunidade, o que nos permite afirmar que ele não é apenas um programa exclusivo da polícia ou das escolas, mas sim da sociedade.
O PROERD busca tão somente ajudar a criança a desenvolver sua auto-estima, lidar com o estresse, reconhecer e resistir as pressões diretas e indiretas que a influenciarão a experimentar às drogas, bem como ajudá-la a tomar decisões sadias.

http://www.pm.sc.gov.br

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Moisés Laurindo

Mestre em Educação/Unisul -Tubarão
Especialista em Piscopedagogia (Psicopedagogo - Escolar e Clínico)
Lic. Educação Física/Bach. Educação Física e Esporte - CREF - 9501-5 G/SC
Pedagogo
Professor de Educação Física da rede municipal de ensino de TubarãoSC
Policial PROERD (PMSC)
Recreador e animador

Currículo do Sistema de Currículos Lates de Moisés Laurindo: http://lattes.cnpq.br/1728625212796082

Contato: E-mail
moises.laurindo@unisul.br
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